#33 Nautilus e a Janela Indie 10


Olá você! Ca estamos novamente com um podcast diferente, Francisco Ramos (MrXcao) e Walisson (Chutabundas) descobriram um canal supimpa chamado Nautilus, la a galera trata os games com seriedade e profundidade com analises realistas e as vezes até filosóficas, para isso convidamos o Lucas que é um dos responsáveis pelo canal pra falar como tudo começou e aproveitamos para falar dos games indies como eles fazem la no quadro Janela indie, Jogamos o Game Time e o CGHit e ainda demos dicas musicais e futuristas ao final desse podcast. Enjoy!

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10 pensamentos em “#33 Nautilus e a Janela Indie

  • Dexter

    Excelente programa,conheci o podcast so agora pesquisando por mais conteudo do Nautilus,mas de quebra conheci mais um otimo cast pra acompanhar.Obrigado galera! So gostaria de deixa uma sugestão/pedido q coloquem os nomes das musicas q rolam durante o programa.Cara adorei tds as faixas q tocaram nas transiçoes!,nao conhecia a maior part delas e gostaria muito de ouvi-las novamente.

  • ricardopasqual

    Acho que a definição de indie é complicada, concordo e discordo um pouco do Lucas, mas nem sei se tem uma resposta correta, depende o fator analisado pra se considerar independente. Mas no geral eu tenho uma definição e levo assim pra não ficar louco discorrendo o que é indie ou não:

    1) no mercado existem grandes publishers com seus estúdios de desenvolvimento (EA, MS, Sony, Ubisoft, etc), se foi desenvolvido independente dessas produtoras grandes e seus estúdios = indie
    2) se foi desenvolvido independente dessas grandes publishers, mas elas só fizeram o trabalho de publicação do jogo (botaram selo da empresa e veicularam em seus meios de distribuição) = indie, pq o jogo é em essência desenvolvido por meios independentes.
    3) se no meio ou no final do desenvolvimento a publisher comprou ou injetou dinheiro e controlou o conteúdo do jogo (cortando ou adicionando) a essência do indie já foi pra casa do caralho, é basicamente terceirizar o desenvolvimento, mas tá na mão das grandes, então = não é indie
    4) se as grandes fazem um jogo com cara de “indie” é só um jogo de baixo orçamento, que pode ser muito bom, mas não tem nada de indie, só se assemelha à maioria deles por utilizar recursos mais baratos.
    5) se no meio do desenvolvimento uma publisher pequena (independente, maybe?) contribui com o desenvolvedor, seja pra distribuição ou injeta uma verba pra continuar, ainda é indie, como exemplo da Sickhead e da Devolver, porque é mais uma parceria comercial ou contrato de distribuição que não afeta ou muda basicamente nada.

    Agora a dúvida, se eu to lá desenvolvendo um jogo, a EA olha e diz; “nossa, Ricardo, que jogão sapeca, hein!? toma aqui esses 2 milhões e faz o que tu quiser” é indie? no meu ver não pq quebra o que citei no item “1)” e precisou ser bancado por uma grande que vai ter o selão dela lá, mesmo o resultado sendo livre e com o espírito indie, pq a ideia foi “comprada”, embora pra nós não faça lá muita diferença, já que o jogo vai ter a mesma qualidade ou superior do que se não tivesse tido a injeção de grana.

    Não é a luz da verdade e cada um aí vai ter sua definição, mas é como pra mim faz sentido pra conseguir dormir em paz de noite huahuah